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No contexto atual, configuram-se novos cenários que desafiam as Instituições de Ensino Superior (IES), como representações da sociedade, a adequarem sua proposta de ensino, tendo como suporte o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) e o Projeto Pedagógico Institucional (PPI), bem como a atualizarem os seus demais instrumentos institucionais, os Projetos Pedagógicos de Curso (PPCs), mediante planejamento participativo e sistêmico.

Nessa perspectiva, este documento delineia o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) da - FAHE, a fim de se consolidarem as definições de sua missão, as diretrizes pedagógicas que orientam as suas ações, suas proposições políticas, a estrutura organizacional e as atividades acadêmicas que desenvolve ou que pretende desenvolver, contemplando o plano de gestão para o período 2014-2018. Para tanto, são evidenciados os princípios que alicerçam a construção deste instrumento, bem como os novos desafios a serem enfrentados pela Instituição, definidos com base na análise situacional realizada, na qual o pensamento estratégico se concentra nos problemas e em políticas claramente direcionadas para a vida acadêmica em toda a sua amplitude.

Nesse sentido, a administração reuniu-se com representantes de todos os segmentos da FAHE para a elaboração deste PDI, visando reorganizar-se, pedagógica e administrativamente, em consonância com as legislações:

# Especialmente o Decreto Federal nº 5.773, de 9 de maio de 2006, que dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino, exige uma nova adequação dos procedimentos de elaboração e análise do PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional);

# A Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, que estabelece o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), o Ministério da Educação iniciou um processo de revisão das atribuições e competências da Secretaria de Educação Superior – SESU, da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica – SETEC, do Conselho Nacional de Educação – CNE e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais – INEP, objetivando consolidar o trabalho realizado e conferir maior eficiência e eficácia aos dispositivos contidos na Lei nº 9.394/96 (LDB), o que motivou a alteração anteriormente acorrida;

# Como dispositivos legais de orientação à elaboração de PDI, destacam-se: Lei Nº 9.394/1996 (LDB), Decreto n. 5.773/2006, Lei Nº 10.861/2004, Decreto Nº 2.494/1998, Decreto Nº 5.224/2004; Portaria MEC Nº 1.466/2001, Portaria MEC Nº 2.253/2001, Portaria MEC Nº 3.284/2003, Portaria MEC Nº 7/2004, Portaria MEC Nº 2.051/2004, Portaria MEC nº 4.361/2004, Portarias Normativas n.1/2007, Portaria Normativa n, 2/2007, Resolução CES/CNE No 2/1998, Resolução CNE/CP No 1/1999, Resolução CES/CNE Nº 1/2001, Resolução CP/CNE Nº 1/2002 (art.7º), Parecer CES/CNE Nº 1.070/1999.

Baseado nessas prerrogativas, a FAHE desenvolve o seu plano institucional, pensa estrategicamente o seu futuro, considerando os interesses, as necessidades e as demandas da sociedade na qual está inserido e define, com clareza, novas metas que pretende atingir, bem como apresenta os dados referentes à sua organização acadêmica e administrativa, planejamento e organização didático-pedagógica, oferta de cursos e programas, infraestrutura acadêmica e avaliação institucional. Os objetivos e as metas são articulados em torno das necessidades da Instituição e envolvem todos os que dela fazem parte de forma crítica e comprometida com tais prioridades.

Assim, a equipe administrativa reordena e replaneja as ações da FAHE, contextualizando-as com relação ao ambiente interno e externo, redefinindo a direção social que deverá ser dada às suas políticas. A adoção desse modo de agir pressupõe o reconhecimento da existência de uma dinâmica que conta com a presença de vários sujeitos em interlocução. Esse enfoque requer a incorporação do ideal democrático de participação, que é particularmente importante por se tratar de um espaço voltado à educação e à produção do conhecimento.

Para a FAHE, é imperativo que sua ação decorra de planejamento e avaliação contínuos, que levem em conta a análise de sua situação, fundamentada em seu trajeto histórico, seus problemas, dificuldades, possibilidades e, principalmente, sua condição de instituição privada destinada a cumprir uma finalidade acadêmica e social.

Durante os últimos 30 anos, e principalmente a partir de 1994 – com a abertura comercial – as empresas estão aprendendo a jogar através de novas regras. Exige-se que as empresas sejam mais flexíveis (o objetivo é responder mais rapidamente às mudanças das empresas concorrentes e às mudanças no mercado), as empresas fazem benchmark continuamente para melhorar as suas decisões, cortar gastos agressivamente através de novas parcerias empresariais, além de buscar novas competências para se manter na frente dos seus concorrentes. Posicionamento era a palavra de ordem no planejamento antigo, hoje o posicionamento é mais temporário, uma vez que concorrentes podem copiar rapidamente. Por causa dessa dinâmica de mercado tornou-se importante que empresa busque atingir: Eficiência operacional, que significa fazer o que os outros fazem de forma melhor; e planejamento estratégico efetivo, que significa segundo Michael Porter, ser diferente. Ser diferente é escolher deliberadamente um caminho diferente. Não basta fazer melhor. Nós temos que fazer diferente. Desse modo, ao ampliar o seu plano institucional, a FAHE projeta o seu futuro e incorpora os interesses maiores da sua missão com a sociedade da qual é parte, tomando por base as evidências da realidade.

Nesse processo de reconstrução, a FAHE estrutura e transforma as suas ações, num aprender fazendo, típico da dinâmica da organização do trabalho acadêmico, nas suas múltiplas nuanças e etapas. Assim, acreditamos estar preparando a Instituição, e nos preparando, para os desafios sociais, econômicos, políticos e culturais que se apresentam neste momento.

Esses propósitos refletem uma melhoria na qualidade de vida acadêmica, pessoal e profissional, principalmente nos níveis local, municipal e estadual, na medida em que atendem à clientela oriunda desses espaços, ora avançando no conhecimento e desenvolvimento tecnológico, ora proporcionando novas contribuições para o desenvolvimento cultural de uma sociedade pluriétnica, com memória e consciência histórica